Gostei bastante da segunda pergunta. 🙂 Normalmente perguntava aos meus clientes "onde estás a reagir", mas agora que penso, identificava essa justificação de "estou a adaptar-me" já como uma reacção. Porque realmente a adaptação às vezes vem camuflada e não passa da reacção e a necessidade constante de fazer mais e mais.
A “adaptação” é uma das palavras mais perigosas quando não vem acompanhada de critério. Muitas vezes é apenas reação bem justificada: mais velocidade, mais volume, mais resposta… mas zero escolha consciente.
Quando tudo é adaptação, nada é intenção. E é aí que o cansaço começa a acumular.
Obrigada por trazeres essa nuance. É exatamente nesse ponto camuflado que o sistema nos apanha.
Gostei bastante da segunda pergunta. 🙂 Normalmente perguntava aos meus clientes "onde estás a reagir", mas agora que penso, identificava essa justificação de "estou a adaptar-me" já como uma reacção. Porque realmente a adaptação às vezes vem camuflada e não passa da reacção e a necessidade constante de fazer mais e mais.
Gosto muito dessa leitura.
A “adaptação” é uma das palavras mais perigosas quando não vem acompanhada de critério. Muitas vezes é apenas reação bem justificada: mais velocidade, mais volume, mais resposta… mas zero escolha consciente.
Quando tudo é adaptação, nada é intenção. E é aí que o cansaço começa a acumular.
Obrigada por trazeres essa nuance. É exatamente nesse ponto camuflado que o sistema nos apanha.